Filme Brasileiro “À Deriva” é aplaudido em Cannes
Terminou com mais de cinco minutos de aplausos a sessão de gala exibida na noite desta quinta-feira (12) do filme À Deriva, do brasileiro Heitor Dhalia, que compete na mostra Um Certo Olhar do 62º Festival de Cannes. As atrizes Debora Bloch e a estreante de 16 anos Laura Neiva, protagonista do filme, choraram bastante emocionadas.
Terceiro filme de Heitor Dhalia (de “O Cheiro do Ralo” e “Nina”), “À Deriva” é uma coprodução internacional entre O2 Filmes, de Fernando Meirelles, e a Focus Features (braço independente da Universal). O drama intimista conta a história de Filipa (Laura Neiva), uma adolescente que passa o verão em Búzios com os irmãos e os pais, que vivem um crise no casamento. Ela vive seus primeiros amores e é forçada a amadurecer quando descobre o relacionamento do pai (Vincent Cassel de “Irreversível”) com outra mulher (Camila Bell, de “10.000 AC”).
À Deriva é amparado por uma bela fotografia, que dá um tom de memória e nostalgia ao filme, como se a história fosse contada por uma Filipa já mais velha, muitos anos depois, mas sem apelar ao recurso banal do flashback. Laura Neiva, que foi descoberta no Orkut, mostra segurança em seu primeiro papel no cinema e sua boa atuação deve render convites para novos trabalhos.
Fonte: UOL Cinema
SexyDolls, as PussyCat Dolls tupiniquins
O grupo “musical” é formado por três beldades do showbiz: Julia Paes (?), Carol Miranda (??) e Sabrina Boing-Boing (???).
A primeira é ex-namorada da filha da Gretchen e atriz pornô. A segunda é sobrinha da Gretchen, fez filme pornô e continuou virgem. A terceira tem dois peitões gigantes, nenhum parentesco com a Gretchen e ainda não fez pornô:
Como dormir no trabalho sem ser notado
Enviado por Nilson Carlos, um amigo que gosta de dormir no trabalho.



Será a Gripe Suína uma farsa?
Recebi o texto abaixo por email e, apesar de longo e conspiratório, merece ser lido com atenção. Ele foi escrito pelo jornalista Pedro Porfírio em seu blog no dia 03 de maio:
“Estou convencido de que este escândalo é mais uma montagem para favorecer a indústria farmacêutica. Matéria do GLOBO de domingo fala que a OMS está enviando 2,4 milhões de doses de Tamiflu para 72 países. Esse medicamento foi vendido para os governos de todo o mundo, inclusive o Brasil, por pr essão dos EUA, para a falaciosa gripe aviária. Ofereço-me, apesar de repórter aposentado, para ir ao México ou qualquer outro país para fazer matéria sem essas máscaras ridículas.
“Tomei a iniciativa de me oferecer para ir ao México (sem máscara de espécie alguma) como uma forma incisiva de manifestar minha desconfiança diante de mais essa manipulação de encomenda, cuja gravidade joga para debaixo do tapete todas as outras preocupações, principalmente com essa crise parida na decadente nação imperial, onde as vestais do capitalismo põem o rabo entre as pernas e correm para as tetas do poder público, mesmo que isso implique numa “jurássica” estatização dos seus negócios. E o fiz sabendo que posso ser visto, no mínimo, como um imprudente. Afinal, se há um tema delicado, que mete medo, esse é o que mexe com a nossa saúde. Tanto que a nossa mídia, quando começa a perder audiência ou leitores, apela para uma matéria sobre doenças, se possível, com o fantasma da pandemia.
“Precipitei-me no assunto por conta de um e-mail repassado em espanhol, por um leitor sério, que fez as seguintes observações:
- Por mais de dois anos, a indústria farmacêutica mundial vem tendo problemas financeiros devido ao declínio nas vendas.
- O México é uma perfeita plataforma para o lançamento da doença. De lá sairão turistas que vêm de diferentes partes do mundo. Surpreendentemente, os países que apresentam prováveis vitimas de pacientes que estavam no México, indicando que vão reforçar seus controles sanitários, são os países que compõem o G7.
“Na segunda-feira, de 27 de abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anunciou um investimento de 100 milhões de euros em nova fábrica de vacinas, bem como o envio de 236.000 doses de fármacos doados para o México para apoiar o controle da até então chamada gripe suína.
“O governo mexicano já se deu conta da trapalhada em que se meteu. Os ministros da Agricultura do México, Estados Unidos e Canadá divulgaram patética declaração conjunta em que pedem pelo amor de Deus que a comunidade internacional não use o surto de influenza A-H1N1 como motivo para criar restrições comerciais desnecessárias e que as decisões que se tomem estejam baseadas em evidências científicas sólidas.
Já nos Estados Unidos, em meio a um certo pânico em 21 estados, o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, Richard Besser, também baixou a bola, ao afirmar que o vírus, que criou temores de uma pandemia global, pode acabar “tão perigoso” quanto uma gripe sazonal que circula todo o ano no mundo.
Os mexicanos mais informados estão indignados com a paralisação das atividades na cidade do México. Lamentam a ridícula corrida às farmácias para a compra de “cubrebocas”, cujos preços subiram de 2 para 7 pesos (20 reais), isso sem falar nas máscaras desenhadas, conforme o gosto do freguês.
Mas com certeza, o móvel principal dessa montagem alarmista é desencalhar o Tamiflu, aquele medicamento que todos os países foram obrigados a comprar entre 2004 e 2007, por pressão do então secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, presidente do laboratório Gilead Aciences Inc, que comprou a patente do Tamiflu em 1996.
À base de anis estrelado, uma planta encontrada sobretudo na China, o medicamento passou a ser produzido pela Roche, num acordo com o laboratório de Rumsfeld. Sob a alegação de que a gripe aviária ia se espalhar pelo mundo com graves ameaças, os governos passaram a estocar o Tamiflu.
As vendas do Tamiflu passaram de US$ 254 milhões, em 2004, para mais de US $ l bilhão, em 2005 e só não foram maiores porque o laboratório Roche não teve condições de produzir mais. Só o governo brasileiro destinou R$ 200 milhões para a compra do medicamento, que não teve a menor ne cessidade de usar. O
produto pode ser encontrado em algumas farmácias a R$ 350,00 uma caixa com dez comprimidos.
Neste momento, a Organização Mundial da Saúde, a serviço dos piores interesses, decidiu recorrer ao fármaco encalhado para fazer frente à “epidemia” que deverá ter o mesmo destino e as mesmas consequências da Gripe Aviária, que, em 13 anos de existência não fez mais de 150 vítimas: esses números insignificantes não têm nada a ver com a fortuna gasta para favorecer laboratórios inescrupulosos.
Nesse marketing do medo estão envolvidos mais uma vez os mesmos interesses e os mesmos personagens da mentirosa pandemia aviária. E mais uma vez a população emocionalmente fragilizada servirá de bucha de canhão para um escândalo que, neste caso, além do favorecimento dos laboratórios, tem ainda como influente determinante a necessidade de abafar o noticiário sobre a crise que assola o mundo capitalista, ocidental e cristão.
Reza Que Rola
Passeando pelo Blog do Chongas encontrei esta pérola feita pelo corinthiano Carlos Fernandes em homenagem ao idolo Ronaldo (Ronaldo!). O sujeito pegou um trecho da comédia Mudança de Hábito (Sister Act) e substituiu o rosto dos personagens por figuras conhecidas do futebol e da TV. O resultado é hilariante e uma forma bem humorada de prestigiar o fenômeno do futebol, que agora “canta” para todos:
Participação de: Romário, George Weah, Zidane, David Beckham, Cristiano Ronaldo, Kaká, Luís Figo, Roberto Carlos, Thierry Henry, Maradona, Cannavaro, Ronaldinho, Lionel Messi, Rivaldo, Roberto Baggio, Lula, Felipão, Jô Soares, Zagallo, Pelé e Silvio Berlusconi.
Proteja-se da Gripe Suína com style
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As máscaras se transformaram em acessório indispensável na hora de trabalhar, devido à epidemia de gripe suína que atinge o México. Cansados de usar aquele pedaço de pano horrível que o Michael Jackson quase não tira o dia todo, alguns cidadãos resolveram customizar o “acessório”, que é distribuído gratuitamente a população pelo Exército.
A presepada contaminou o país (sem trocadilhos) e todas as classes sociais aderiram ao modismo. Há ainda quem use máscaras de fumigação ou para pintar como proteção.
Clique aqui, para ver outros modelitos customizados.
Matrix Versão Bollywood
Se você pensava que aquelas “paradinhas no ar” só eram possíveis em Matrix, assistam o video abaixo, trecho de um filme indiano:
Pela qualidade do video, fica claro quem copiou quem!
Os Verdadeiros Super-Heróis

“The Real Stories of the Superheroes” é o título da exposição fotográfica promovida pela artista plástica mexicana Dulce Pinzon, radicada nos Estados Unidos. A ideia é mostrar os imigrantes latinos que vivem na América do Norte vestidos de super-heróis e exercendo suas “profissões”.

Confira todas as 16 fotos no site oficial da Dulce Pinzon.






