10. Halloween: O Retorno

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Halloween. EUA, 2018. Direção: David Gordon Green.

Não costumo apostar em sequências, MAS, uma vez que o ótimo David Gordon Green (Corrente do Mal) está envolvido e John Carpenter retorna como produtor, resolvi dar uma chance ao 11º filme sobre Michael Myers. Pouco ainda se sabe sobre a trama, apenas que o roteiro vai levar em conta apenas os dois primeiros filmes da franquia. Jamie Lee Curtis retorna como Laurie Strode para enfrentar o assassino mascarado quarenta anos depois.

9. Valley of Shadows

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Skyggenes dal. Noruega, 2017. Direção: Jonas Matzow Gulbrandsen.

Baseado numa macabra lenda da mitologia nórdica, a trama se desenrola em uma região isolada da Noruega onde fazendeiros precisam lidar com uma criatura misteriosa que está atacando suas ovelhas. A situação piora quando o pequeno Aslak de apenas 8 anos entra na floresta em busca do seu caozinho de estimação desaparecido. Sensação no Festival de Toronto, o longa norueguês vem sendo descrito como a versão dark de Onde Estão os Monstros.

8. Mandy

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Mandy. Estados Unidos, 2018. Direção: Panos Cosmatos.

Ao que tudo indica Nicolas Cage resolveu passar a limpo sua carreira e deixar pra trás os lixos cinematográficos com os quais esteve envolvido num passado recente. Na trama, Cage vive um homem fragilizado após a morte da esposa por uma seita religiosa. Depois de muito sofrer, ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal. A obra foi elogiada pela crítica no Festival de Sundance que descreveu o filme como “uma dose impressionante de psicodelia e distúrbios”.

7. Housewife

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Housewife. Turquia, 2017. Direção: Can Evrenol.

Holly é uma jovem que aos sete anos de idade, presenciou o assassinato de seus pais pelas mãos de sua psicótica irmã. 20 anos mais tarde, Holly está à beira de um colapso sem saber diferenciar a realidade de seus pesadelos até que uma amiga do passado lhe convence a fazer parte de um culto misterioso. Quem já conhece o trabalho do diretor turco Evrenol (Baskin) já sabe o que esperar: violência, bizarrices e sanguinolência.

6. Revenge

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Revenge. França, 2017. Direção: Coralie Fargeat.

Um executivo viaja com sua amante para um lugar luxuoso isolado nas montanhas com o objetivo de curtir o final de semana. Porém, dois amigos desse sujeito aparecem por lá e estupram a garota. Abandonada para morrer no deserto, a jovem sobrevive e retorna no intuito de se vingar dos seus algozes. A trama é bem simples, a la Doce Vingança, mas o filme foi bem recebido nos festivais por conta da sua estética e realização.

5. Um Lugar Silencioso

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A Quiet Place. Estados Unidos, 2018. Direção: John Krasinski.

O silêncio é um dos pontos cruciais dessa história de suspense com contornos de horror. A trama se desenrola num futuro próximo, onde a Terra foi devastada por uma guerra biológica e poucos sobreviveram. Nesse cenário distópico, uma família isolada numa fazenda precisa se comunicar através da língua de sinais para não atrair à atenção de perigosos predadores misteriosos. Promete muita tensão e adrenalina.

4. Ghostland

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Incident in a Ghostland. França/Canadá, 2018. Direção: Pascal Laugier.

Uma mãe herda uma antiga casa e ao mudar-se pra lá com suas duas filhas, é surpreendida e atacada por criminosos. 16 anos depois, as garotas ainda convivem com traumas terríveis. Enquanto uma delas soube canalizar o horror que viveu para se tornar uma escritora famosa, a outra afundou mais e mais nas terríveis memórias da infância. O diretor é o mesmo de Martyrs. Precisa dizer mais?

3. Mal Nosso

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Our Evil. Brasil, 2017. Direção: Samuel Galli.

Arthur, um homem com poderes mediúnicos, recebe uma mensagem dos seus guias espirituais que uma entidade demoníaca pretende destruir a alma de Michelle, sua filha pequena. No intuito de protegê-la, esse cidadão toma medidas drásticas, entra na darkweb e contrata um maníaco serial killer para protegê-la. Aclamado nos festivais internacionais, o longa dirigido por Samuel Galli tem tudo para ser um marco do cinema de gênero em nosso país.

2. Hereditário

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Hereditary. Estados Unidos, 2018. Direção: Ari Aster.

Hereditário recebeu várias críticas positivas, foi chamado de “aterrorizante” pelo Indiewire, classificado como “obra-prima moderna de horror” pelo USA Today e endeusado pelo Digital Spy que considerou o longa “O Exorcista de nossa geração”. Será? Na trama, após a morte da reclusa avó, a família Graham começa a descobrir macabros segredos. Com um crescente terror tomando conta de todos eles, a família busca escapar do infeliz destino que herdaram.

1. A Casa que Jack Construiu

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The House That Jack Built. Dinamarca/França/Alemanha/Suécia, 2018. Direção: Lars von Trier.

Em se tratando de Von Trier (Anticristo, Ninfomaníaca) já podemos esperar algo provocativo, chocante e brutal. Situado em Washington (EUA) durante os anos 1970, e estendendo-se ao longo de doze anos, a história será contada a partir do ponto de vista de Jack (Matt Dillon), um serial de killer de mulheres que está tentando escapar das garras da polícia enquanto monta sua “obra de arte” definitiva.