
Cruel, impressionante, tenso e violento são alguns dos adjetivos usados pelos críticos para “elogiar” Kill List, thriller indie britânico dirigido por Ben Wheatley (da série Ideal), vencedor do prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Michael Smiley) no British Independent Film Awards (BIFA) 2011.
Na trama, oito meses depois que um trabalho desastroso em Kiev (Ucrânia) o deixou com sequelas físicas e mentais, Jay (Neil Maskell), um ex-soldado transformado em assassino de aluguel, é agora pressionado pelo seu parceiro, Gal (Smiley), a aceitar uma nova missão. Conforme a dupla adentra o sombrio e perturbador mundo underground do serviço para que foram contratados – leia-se pedofilia e seitas diabólicas -, Jay começar a mostrar o seu lado paranoico e furioso.
O longa, que ganhou adeptos e críticos nos festivais onde foi exibido, promete muito mais do que um simples “filme de assassinos”. Assista:
Kill List estreia em 3 de fevereiro nos EUA.


















5 de fevereiro de 2012 às 8:09
nada a ver lixo violência gratuita sem nexo
31 de janeiro de 2012 às 17:55
Filme ruim. Começou bom e os atores são excelentes. Mas durante o andamento do filme, acontecem coisas nada a ver, que acabam mudando completamente a história e muita explicação faltou ser dada…
26 de janeiro de 2012 às 17:06
Kill List se aproxima de um tema tradicional no horror clássico inglês, que já nos concedeu pérolas como O Homem de Palha (1973), de Robin Hardy e The Witches (1966), de Cyril Frankel. Enquanto O Homem de Palha é a referência cinematográfica mais pulsante, também é notável as semelhanças, em essência, não em estrutura, com o conto O Monarca do Vale, de Neil Gaiman, contido no primeiro volume de Coisas Frágeis. O diretor Ben Wheatley negou-se a mastigar para o público suas intenções, exigindo um certo nível de conhecimento intertextual para a apreciação de seu desfecho. O cinema inglês foi pródigo em utilizar seitas pagãs como representação de um mal secular que permanece enraizado de forma silenciosa no coração da sociedade, afrontando com seus rituais a racionalidade do mundo moderno, e principalmente os valores impostos pela cristandade. Alguns poderão acusar a seqüência final de ser um confuso artifício com a simples intenção de chocar, e muitos irão fazer associações diretas com o controverso A Serbian Film , porém seu desfecho, amparado na simbologia e na crueldade dos mitos pagãos, está longe da gratuidade, e pode mais incomodar do que instigar os adeptos do horror fácil, e talvez seja esse hermetismo que o torne tão perturbador e fascinante.
25 de janeiro de 2012 às 12:37
perturbador? achei normal…
24 de janeiro de 2012 às 8:53
Como protesto ao fechamento e persiguição aos sites que compartilham arquivos gratuitos na internet, vou parar de postar qualquer noticia dedicada ao cinema, música e etc. Vou boicotar geral. Os poderosos tem que tomar um susto para aprender. Espero que muitos façam o mesmo. Mas não vou deixar de divulgar no boca a boca tradicional este blog, que é ótimo. Obrigado.
23 de janeiro de 2012 às 17:58
se o filme me deixa arrepiado como trailer deixo esse devese um puta filme daqule que fica na cabeça direto de taum perturbador que e mas quando sera que chega por aqui?
23 de janeiro de 2012 às 16:10
não achei nada de pertubador