
E finalmente 6 de março chegou. Hoje estreia mundialmente a ultra-super-mega aguardada produção baseada naquela que é considerada “A Bíblia dos Quadrinhos”: Watchmen. Se você vive fora do planeta pop e nunca ouviu falar nada sobre os Watchmen (que significa Vigilantes em português), trata-se de uma graphic-novel (história em quadrinhos de luxo) publicada originalmente em 12 edições mensais pela editora norte-americana DC Comics entre 1986 e 1987, criada pelos geniais Alan Moore e Dave Gibbons.
A história se passa numa América do Norte alternativa em 1985, na qual super-heróis caracterizados fazem parte da estrutura diária da sociedade, e o “Relógio do Juízo Final” – que traça o gráfico da tensão entre os EUA e a União Soviética – marca permanentemente cinco minutos para a meia-noite. Quando um de seus companheiros é assassinado, o vigilante Rorschach descobre um plano para matar e desacreditar todos os heróis do passado e do presente. Assim que ele se reúne com sua antiga legião de combatentes do crime – um grupo de heróis aposentados, onde apenas um realmente tem super-poderes – Rorschach vê uma enorme e assustadora conspiração que interliga seu passado em conjunto e aponta para catastróficas conseqüências no futuro.
Watchmen é (até então) a única história em quadrinhos a ganhar o prestigioso prêmio Hugo e é a única a constar da lista de 2005 da Time Magazine das “100 Melhores Obras Literárias da Língua Inglesa de 1923 até o Presente”. O processo de adaptação para as telas renderia outro filme, com direito a muito drama sobre quem dirigiria a película (o ex-Monty Python, Terry Gillian chegou a ser considerado) e boas doses de suspense para saber se a obra conseguiria estrear nos cinemas na data marcada (A Fox e a Warner Bros. travaram uma batalha pelos direitos autorais de Watchmen durante todo o ano de 2008).
Orçado em 100 milhões de dolares (multiplique por X para encontrar o valor real depois dos gastos de marketing e propaganda), e dirigido por Zack Snyder, o mesmo de 300 (outra adaptação dos quadrinhos), o filme chega carregado de favoritismo, depois de quase duas décadas de rumores. A crítica especializada que já assistiu a adaptação, é só elogios. Pesquisei no Google para ver se encontrava algo negativo, mas, felizmente, não encontrei nada. Semana que vem eu coloco um mini-post aqui só para confirmar minhas espectativas…
Em tempo: A carinha sorridente ‘Smiley’ manchada de sangue usada em diversas peças publicitárias e o título deste post aparecem durante toda a história e estão representados na capa da história em quadrinhos. Ontem Nova York apareceu grafitada em diversos pontos da cidade com a frase “Who Watches The Watchmen?” (Quem Vigiará os Vigilantes?) em mais um esquema de marketing viral inovador empreendido pela Warner.


















7 de março de 2009 às 22:40
… esse Heather Ledger, não é aquele cowboy gay?
8 de março de 2009 às 17:21
Nãããão… o Coringa
6 de março de 2009 às 9:33
Getrão, tú tá parecendo o Coringa (mauricinizado) nessa foto em Hollywood. Esse cabelo todo também não é seu, né? Más eu gostei muito, tá lindo… rsrs. Parabéns pelo trabalho.
6 de março de 2009 às 11:08
Porra, Zé! Roberto Justus ainda vai, mas Coringa??? Espero que esteja falando de Heather Ledger!
Grande abraço e volte sempre.